domingo, 16 de junho de 2013

O Senac Consolação realiza, em 29 de junho, o 5º Encontro Brasileiro de Mediadores - Educação para Vida e para o Trabalho: desenvolvendo competências para o século 21.


O evento tem como objetivo abordar o processo de mediação e as competências desenvolvidas na escola e como essas questões podem contribuir para a formação pessoal e profissional do aluno no cenário da sociedade do século 21.

As palestras são gratuitas e abertas ao público.

Senac Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 228 - 1º andar - Centro - São Paulo - SP
E-mail: consolacao@sp.senac.br Telefone: 11.2189-2100


Data e Horário: 29/06/2013, das 8h30 às 18h30
Preço: Participação gratuita 


Inscrições:http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC%2Coracle.br.dataservers.ContentEventDataServer18%2CselectEvent&template=946.dwt&event=1730

Programação

Palestra: Sociedade do Século 21 - Valores e Princípios - A Importância do Diálogo na Educação
Data e horário: 29/06/2013 das 9 horas às 9h55

Palestrante: Paulo Ravagnani
Formado em Filosofia e Oratória pela organização Internacional Nova Acrópole, possui mais de nove anos de experiência como professor de oratória, conhecimento comportamental e filosofia.

Palestra: Importância da Empatia, Afetividade e Família na Relação Educativa. Que educadores precisamos?
Data e horário: 29/06/2013 das 10h20 às 11h50

Palestrante: Lorenzo Tébar
Licenciado em filosofia e letras, com especialização em psicologia pela Universidade de Barcelona e doutor em filosofia e ciências da educação pela Universidade Nacional de Educação a Distância de Madri. Investiga a teoria da mediação e o perfil do professor mediador, ao lado de Reuven Feuerstein, e a pedagogia da mediação no processo de ensino-aprendizagem.

Palestra: Ciberespaço e a Nova Visão das Práticas Pedagógicas
Data e horário: 29/06/2013 das 11h50 às 12h20

Palestrante: Sandra Maria Dotto Stump
Doutora em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo e docente do programa de pós-graduação da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Já publicou artigos em periódicos especializados e orientou teses de doutorado, dissertações de mestrado e trabalhos de conclusão de curso na área de engenharia elétrica.

Palestra: O Choque de Gerações no Mercado de Trabalho - o jovem e seu momento atual
Data e horário: 29/06/2013 das 12h20 às 13 horas

Palestrante: Marcelo Reis Clemente
Mestre em Educação pela Universidade Federal de São Paulo. É Pedagogo e psicopedagogo clínico e institucional, professor de cursos de pós-graduação, consultor pedagógico e empresarial e palestrante com experiência em treinamento e desenvolvimento de pessoas.

Palestra: Quais as contribuições da Mediação na Formação de Mentes Críticas?
Data e horário: 29/06/2013 das 14 horas às 16h20

Palestrante: Lorenzo Tébar
Licenciado em filosofia e letras, com especialização em psicologia pela Universidade de Barcelona e doutor em filosofia e ciências da educação pela Universidade Nacional de Educação a Distância de Madri. Investiga a teoria da mediação e o perfil do professor mediador, ao lado de Reuven Feuerstein, e a pedagogia da mediação no processo de ensino-aprendizagem.

Palestra: Fechamento e Conclusões - Propostas e Reflexões Construídas com os Participantes
Data e horário: 29/06/2013 das 17 horas às 18h30

Palestrante: Lorenzo Tébar
Licenciado em filosofia e letras, com especialização em psicologia pela Universidade de Barcelona e doutor em filosofia e ciências da educação pela Universidade Nacional de Educação a Distância de Madri. Investiga a teoria da mediação e o perfil do professor mediador, ao lado de Reuven Feuerstein, e a pedagogia da mediação no processo de ensino-aprendizagem.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Bebês surdos devem aprender língua dos sinais nos primeiros meses de vida.

Pais têm de interagir com brincadeiras e usar linguagem para socialização.

Atividades buscam desenvolver habilidades visuais da criança.

O maior desafio para quem trabalha com crianças surdas é acreditar nos bebês como diferentes e não como deficientes. É assim que pensa a fonoaudióloga escolar Sandra Refina Leite, que trabalha na Escola para Crianças Surdas (ECS) Rio Branco, em São Paulo. Para Sandra, a melhor maneira de potencializar a produtividade e o desenvolvimento dos bebês é ensinar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) desde os primeiros dias de vida. A fonoaudióloga participa nesta sexta-feira (22), em São Paulo, de um encontro que vai discutir a educação para surdos.

“Desde o momento em que os pais descobrem a surdez do bebê é importante procurar um especialista para que, além da própria criança poder aprender a língua dos sinais, eles também possam aprendê-la. É fundamental que a criança desenvolva habilidades visuais para se sentir incluída socialmente e quanto mais cedo ela iniciar o processo de educação, melhor”, diz. “Todos os nossos esforços são para que a criança aprenda da maneira mais natural possível”.

A especialista afirma que os pais não costumam aceitar a surdez do bebê em um primeiro momento. “Nossa sociedade não está preparada para a diferença, e isso se reflete também no comportamento dos pais dos bebês, que demoram um pouco a se acostumar. Ainda assim, o resultado vale muito a pena”, afirma Sandra. A fonoaudióloga diz que em seis meses de atividades o bebê já começa a reconhecer os sinais, mesmo que de maneira ainda não estruturada.

Em casa, é fundamental que os pais se comuniquem com o bebê por meio da linguagem de sinais. Sandra reafirma ainda a importância de brincar com a criança e contar histórias. “Aos pais cabe a tarefa de apresentar o mundo à criança, nomear pessoas e coisas, para que ela entenda a complexidade do mundo, e interagir sempre”, diz.
               
                            Atividades com bebês surdos visam desenvolver habilidades visuais e ensinar linguagem dos sinais
 (Foto: Divulgação/ECS)
Surdez
O teste que identifica a surdez do bebê pode ser feito ainda na maternidade. As causas da deficiência podem ser muitas, mas as mais evidentes, segundo Sandra, são casos de meningite, rubéola e toxoplasmose da mãe durante a gravidez.

No processo educacional proposto pela ECS, o bebê participa de atividades educacionais até os 3 anos, para se familiarizar com a linguagem de sinais. A partir dos 3 anos, a criança é encaminhada para o ensino formal em uma turma formada apenas por surdos. Depois do quinto ano do ensino fundamental, a orientação é que o aluno seja encaminhado a uma escola tradicional, acompanhado de um intérprete.

“Propomos que o aluno fique em uma escola especial porque em todos os outros momentos do dia ele conviverá com pessoas ouvintes, dentro da própria família. A idéia não é isolar o aluno, mas ensiná-lo a agir como uma pessoa diferente, mas participante quando for exposto a qualquer situação com ouvintes”, afirma.

No próximo sábado (23) acontece, em São Paulo, o Congresso Internacional “Bilingüismo - Educação para Surdos: Práticas e Perspectivas”. O objetivo do encontro, que reúne profissionais de vários países, é propor e discutir temas relacionados à educação de surdos.
                          
Serviço
Escola para Crianças Surdas Rio Branco 
Rodovia Raposo Tavares, 7.200 (quilômetro 24) - Cotia - SP
Tel: (11) 4613 8478